Recibo de integridade
✓ O que fica provado
- A impressão digital deste ficheiro (hash SHA-256)
- A identidade de quem submeteu (DID)
- O instante da submissão (data e hora UTC)
- Que, se o hash recalculado coincidir com o registado, o ficheiro está inalterado desde o registo
⚠ O que NÃO fica provado
- A verdade do conteúdo do documento
- A autoria original ou quem o criou
- A história anterior à submissão
- Qualquer validade jurídica ou notarização
🛠 Ferramentas de Verificação
❓ Perguntas Frequentes
O WINDI-HIOS organiza evidências de proveniência, autoria e decisão humana. Não substitui verificadores existentes — relaciona-os numa cadeia de responsabilidade verificável.
SHA prova integridade de bytes. QR aponta para dados. Nenhum responde: quem decidiu? quando? sob que autoridade? O WINDI acrescenta a camada de governança que relaciona essas evidências a decisões humanas registadas.
Depende das evidências disponíveis. O sistema declara explicitamente o que foi verificado e o que não foi testado — nunca adivinha nem interpola.
A IA pode preparar e recomendar. O WINDI regista o que ocorreu, quem participou e quais limites foram declarados. A decisão de selar é sempre humana.
Porque "fake" é um veredito, e vereditos exigem provas que nenhum sistema técnico honesto pode dar sozinho. O WINDI classifica verificabilidade, não verdade.
Não verificável não significa falso. Selado não significa que todo o conteúdo seja verdadeiro.
O serviço WINDI localiza um registo correspondente. Isto é uma asserção do serviço, não prova criptográfica independente. O registo existe; a prova independente depende de evidências adicionais.
O artefacto foi submetido ao Ledger por decisão humana registada. NÃO significa que o conteúdo é verdadeiro, legal ou completo.